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Osteoporose

Descubra formas de fortalecer os ossos, prevenir fraturas e manter sua independência e qualidade de vida.

Entenda a doença e o tratamento

A osteoporose é uma doença que enfraquece os ossos e aumenta o risco de fraturas.¹,² Como pode evoluir sem sintomas, muitas pessoas só descobrem a condição durante uma investigação ou após uma fratura.²

Por isso, cuidar da saúde óssea também significa manter o acompanhamento profissional e seguir corretamente as orientações recebidas.¹

Por que a osteoporose merece atenção?

Com a perda de resistência dos ossos, aumenta o risco de fraturas, inclusive após traumas leves, como uma queda da própria altura.³

Alguns fatores, como envelhecimento e menopausa, podem aumentar esse risco.¹,²

Como saber se os ossos precisam de mais atenção?

A avaliação médica considera o histórico de saúde, fatores de risco e, quando necessário, exames como a densitometria óssea.¹

E quando o tratamento prescrito é feito a cada 6 meses?

Se o tratamento indicado pelo médico prevê uma aplicação a cada 6 meses, é importante respeitar esse intervalo e manter as datas em dia.¹

Próxima aplicação: daqui a 6 meses.

Já deixe a próxima aplicação programada. Anotar a data ou criar um lembrete no celular ou calendário pode ajudar a não esquecer.

Siga sempre a orientação do profissional de saúde e não altere as datas ou a forma de uso por conta própria.¹

Dúvidas frequentes

A osteoporose pode não apresentar sintomas?
Sim. Ela pode evoluir silenciosamente e, em alguns casos, ser identificada somente após uma fratura.²

Quem deve conversar com o médico sobre a saúde dos ossos?
Pessoas com fatores de risco ou dúvidas sobre sua saúde óssea devem buscar orientação profissional.¹

E se meu tratamento tiver aplicação a cada 6 meses?
Respeite o intervalo indicado pelo médico e programe a próxima aplicação com antecedência. Não altere as datas por conta própria.¹

Referências bibliográficas

1. BRASIL. Ministério da Saúde. Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas da Osteoporose. Brasília, DF: Ministério da Saúde, 2026. Disponível em: https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/pcdt/o/osteoporose/view. Acesso em: 19 ago. 2026.
2. SOCIEDADE BRASILEIRA DE REUMATOLOGIA. Mês de Conscientização Mundial sobre a Osteoporose. São Paulo: SBR, 20 out. 2024. Disponível em: https://www.reumatologia.org.br/orientacoes-ao-paciente/mes-de-conscientizacao-mundial-sobre-a-osteoporose/. Acesso em: 19 ago. 2026.
3. WORLD HEALTH ORGANIZATION. Fragility fractures. Geneva: WHO, 25 Sept. 2024. Disponível em: https://www.who.int/news-room/fact-sheets/detail/fragility-fractures. Acesso em: 19 ago. 2026.

Osteoporose na menopausa: por que o risco aumenta e como cuidar dos ossos?

A menopausa é uma fase que merece atenção especial quando o assunto é saúde dos ossos. Com as mudanças hormonais, principalmente a redução dos níveis de estrogênio, a perda de massa óssea pode se acelerar, aumentando o risco de osteoporose e fraturas.¹,²

Isso não significa que toda mulher desenvolverá osteoporose após a menopausa. Conhecer os fatores de risco e manter o acompanhamento de saúde ajuda a identificar quem precisa de maior atenção.¹

Por que a menopausa pode afetar os ossos?

O estrogênio participa da manutenção do equilíbrio entre formação e reabsorção óssea. Com sua redução durante a transição menopausal e após a menopausa, a perda de massa óssea pode ocorrer de forma mais acelerada.¹

O envelhecimento também contribui para esse processo. Por isso, a saúde óssea deve fazer parte dos cuidados dessa fase da vida.¹

Como saber se é preciso investigar a saúde dos ossos?

A avaliação depende de fatores como idade, histórico de fraturas, histórico familiar e outras condições de saúde.²,³ O profissional poderá definir se há necessidade de exames específicos.

Como cuidar dos ossos após a menopausa?

Hábitos saudáveis, como alimentação equilibrada e prática regular de atividade física, fazem parte dos cuidados com a saúde óssea.¹,² As necessidades, porém, variam de pessoa para pessoa.

Converse com um profissional de saúde para entender quais cuidados são mais adequados para você.

Dúvidas frequentes

Toda mulher na menopausa terá osteoporose?
Não. A menopausa aumenta o risco de perda óssea, mas outros fatores também influenciam o desenvolvimento da osteoporose.¹,³

Quando a perda óssea pode se acelerar?
A perda de massa óssea pode se acelerar durante a transição para a menopausa e nos anos seguintes ao último ciclo menstrual.¹

É importante falar sobre saúde óssea mesmo sem sintomas?
Sim. A osteoporose pode evoluir sem sintomas, por isso fatores de risco e histórico de saúde também devem ser considerados na avaliação.²

Referências bibliográficas

1. BRASIL. Ministério da Saúde. Manual de Atenção às Mulheres na Transição Menopausal e Menopausa. Brasília, DF: Ministério da Saúde, 2026. Disponível em: https://www.gov.br/saude/pt-br/centrais-de-conteudo/publicacoes/guias-e-manuais/2026/manual-de-atencao-as-mulheres-na-transicao-menopausal-e-menopausa.pdf. Acesso em: 1 set. 2026.
2. BRASIL. Ministério da Saúde. Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas da Osteoporose. Brasília, DF: Ministério da Saúde, 2026. Disponível em: https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/pcdt/o/osteoporose/view. Acesso em: 1 set. 2026.
3. NATIONAL INSTITUTE OF ARTHRITIS AND MUSCULOSKELETAL AND SKIN DISEASES. Osteoporosis: causes, risk factors, & symptoms. Bethesda, MD: NIAMS. Disponível em: https://www.niams.nih.gov/health-topics/osteoporosis/basics/diagnosis-treatment-and-steps-to-take. Acesso em: 1 set. 2026.

Densitometria óssea: para que serve, como é feita e como entender o resultado

A densitometria óssea é um dos principais exames utilizados para avaliar a densidade mineral dos ossos.¹,² Ela pode ajudar na investigação da osteoporose, na avaliação do risco de fraturas e, em alguns casos, no acompanhamento da saúde óssea ao longo do tempo.¹,²

O exame deve ser solicitado e interpretado por um profissional de saúde, considerando também o histórico e os fatores de risco de cada pessoa.¹

Como é feita a densitometria óssea?

O método mais utilizado é chamado de DXA ou DEXA. Ele utiliza uma pequena quantidade de raios X para medir a densidade mineral óssea, geralmente em regiões como quadril e coluna.²

O exame é rápido, não invasivo e não costuma causar dor.²

O que significa o T-score?

O T-score compara a densidade mineral óssea do paciente com a de um adulto jovem saudável.² Em grupos nos quais esse índice é utilizado, valores mais baixos indicam menor densidade óssea.

De forma geral, valores entre -1,0 e -2,5 podem indicar osteopenia, enquanto valores iguais ou inferiores a -2,5 podem ser compatíveis com osteoporose.¹,²

Esses números, porém, não devem ser interpretados isoladamente. O profissional de saúde considera outras informações antes de estabelecer um diagnóstico.¹

E o que é Z-score?

O Z-score compara a densidade óssea da pessoa com a de indivíduos de idade e características semelhantes.² Sua utilização depende do perfil do paciente e deve ser avaliada pelo profissional de saúde.

O resultado da densitometria define sozinho o diagnóstico?

Não. O resultado do exame faz parte de uma avaliação mais ampla, que pode considerar idade, histórico de fraturas, condições de saúde e outros fatores de risco.¹

Dúvidas frequentes

Densitometria óssea dói?
Não. O exame é não invasivo e costuma ser realizado de forma rápida e indolor.²

Densitometria óssea e DXA são a mesma coisa?
DXA ou DEXA é o método mais utilizado para realizar a densitometria e medir a densidade mineral dos ossos.²

Um T-score baixo significa sempre osteoporose?
Não necessariamente. O resultado deve ser interpretado pelo profissional de saúde em conjunto com outros fatores clínicos.¹,²

Referências bibliográficas

1. BRASIL. Ministério da Saúde. Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas da Osteoporose. Brasília, DF: Ministério da Saúde, 2026. Disponível em: https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/pcdt/o/osteoporose/view. Acesso em: 1 set. 2026.
2. NATIONAL INSTITUTE OF ARTHRITIS AND MUSCULOSKELETAL AND SKIN DISEASES. Bone Mineral Density Tests: What the Numbers Mean. Bethesda, MD: NIAMS. Disponível em: https://www.niams.nih.gov/health-topics/bone-mineral-density-tests-what-numbers-mean. Acesso em: 1 set. 2026.

Tratamento para osteoporose: como funciona e por que não deve ser interrompido

A osteoporose tem tratamento, e um dos principais objetivos do cuidado é reduzir o risco de fraturas e preservar a saúde dos ossos.¹,² A estratégia é definida pelo profissional de saúde de acordo com fatores como idade, histórico de fraturas, condições clínicas e características de cada paciente.¹

Por isso, o tratamento deve ser individualizado e seguido conforme a orientação recebida.

Como funciona o tratamento da osteoporose?

O cuidado pode envolver alimentação adequada, atividade física, prevenção de quedas e, quando indicado, medicamentos.¹,²

Existem diferentes opções terapêuticas, e a escolha depende da avaliação médica. Não existe um único tratamento adequado para todas as pessoas.¹

Por que é importante manter o tratamento?

A osteoporose pode evoluir sem sintomas.² Por isso, não sentir dor ou desconforto não significa que o tratamento deixou de ser necessário.

Quando um medicamento é prescrito, é importante utilizá-lo na dose e nos intervalos orientados pelo profissional de saúde.¹ O acompanhamento regular também permite avaliar a resposta ao tratamento e definir os próximos cuidados.

Não interrompa, adie ou altere o tratamento por conta própria. Em caso de dúvidas, efeitos indesejados ou dificuldades para seguir a prescrição, converse com o profissional responsável.

O que mais faz parte do cuidado?

Hábitos saudáveis continuam importantes durante o tratamento. Uma alimentação adequada, com nutrientes importantes para os ossos, pode fazer parte desse cuidado.²

Dúvidas frequentes

Osteoporose tem cura?
O objetivo do tratamento é controlar a doença, preservar a saúde óssea e reduzir o risco de fraturas.¹ A resposta e a duração do cuidado variam conforme cada pessoa.

Posso interromper o tratamento se estiver me sentindo bem?
Não por conta própria. Como a osteoporose pode não apresentar sintomas, qualquer mudança deve ser discutida com o profissional de saúde.¹,²

Por que o acompanhamento médico é importante?
Porque permite avaliar a evolução da saúde óssea, a resposta ao tratamento e a necessidade de ajustes ao longo do tempo.¹

Referências bibliográficas

1. BRASIL. Ministério da Saúde. Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas da Osteoporose. Brasília, DF: Ministério da Saúde, 2026. Disponível em: https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/pcdt/o/osteoporose/view. Acesso em: 1 set. 2026.
2. NATIONAL INSTITUTE OF ARTHRITIS AND MUSCULOSKELETAL AND SKIN DISEASES. Osteoporosis: diagnosis, treatment, and steps to take. Bethesda, MD: NIAMS. Disponível em: https://www.niams.nih.gov/health-topics/osteoporosis/diagnosis-treatment-and-steps-to-take. Acesso em: 1 set. 2026.

Exercícios para osteoporose: quais são indicados e quais exigem cuidado

A atividade física pode fazer parte dos cuidados com a osteoporose. Exercícios adequados ajudam a fortalecer músculos e ossos, melhorar o equilíbrio e a coordenação e contribuir para a prevenção de quedas e fraturas.¹,²

Para quem já tem osteoporose, porém, a escolha dos exercícios deve considerar as condições individuais e a orientação de profissionais de saúde.¹

Quais exercícios podem ajudar na saúde dos ossos?

Atividades com sustentação do peso corporal, como caminhada, e exercícios de resistência ou fortalecimento muscular podem contribuir para a saúde óssea.¹

Exercícios voltados ao equilíbrio e à coordenação também são importantes, principalmente porque podem ajudar a reduzir o risco de quedas.¹

Quem tem osteoporose pode fazer musculação?

Exercícios de resistência, incluindo musculação, podem fazer parte de um programa de atividade física para pessoas com osteoporose.¹
No entanto, intensidade, carga e movimentos devem ser adaptados à condição de cada pessoa. Antes de iniciar ou modificar a rotina de exercícios, converse com um profissional de saúde.

Existem exercícios que exigem mais cuidado?

Sim. Pessoas com osteoporose devem evitar atividades que provoquem impacto excessivo ou sobrecarga inadequada nos ossos.¹ Movimentos e exercícios precisam ser escolhidos de acordo com o risco de fraturas e outras condições individuais. Por isso, não existe uma única rotina indicada para todas as pessoas.

Dúvidas frequentes

Caminhada ajuda quem tem osteoporose?
Atividades com sustentação do peso corporal, como caminhada, podem contribuir para a saúde dos ossos.¹ A indicação deve considerar a condição de cada pessoa.

Exercícios de equilíbrio são importantes?
Sim. Melhorar equilíbrio e coordenação pode ajudar a reduzir o risco de quedas e, consequentemente, de fraturas.¹,²

Posso começar qualquer exercício por conta própria?
Se você tem osteoporose ou baixa densidade óssea, é importante conversar com um profissional de saúde antes de iniciar uma nova rotina de exercícios.¹

Referências bibliográficas

1. NATIONAL INSTITUTE OF ARTHRITIS AND MUSCULOSKELETAL AND SKIN DISEASES. Exercise for Your Bone Health. Bethesda, MD: NIAMS. Disponível em: https://www.niams.nih.gov/health-topics/exercise-your-bone-health. Acesso em: 1 set. 2026.
2. BRASIL. Ministério da Saúde. Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas da Osteoporose. Brasília, DF: Ministério da Saúde, 2026. Disponível em: https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/pcdt/o/osteoporose/view. Acesso em: 1 set. 2026.

Alimentos ricos em cálcio e vitamina D: como cuidar da saúde dos ossos

Uma alimentação equilibrada faz parte dos cuidados com a saúde dos ossos. Entre os nutrientes importantes estão o cálcio e a vitamina D, que desempenham funções diferentes e complementares na manutenção óssea.¹,²

A alimentação, porém, não substitui o acompanhamento ou o tratamento indicado para quem tem osteoporose.²

Por que o cálcio é importante para os ossos?

O cálcio é um mineral fundamental para a estrutura e a resistência dos ossos.¹ Como o organismo não produz cálcio, ele precisa ser obtido pela alimentação e, quando necessário, por suplementação orientada por um profissional de saúde.¹

Quais alimentos são fontes de cálcio?

Leite, iogurte e queijo são fontes conhecidas de cálcio.¹ O nutriente também pode estar presente em alimentos como sardinha com espinha, tofu preparado com cálcio, vegetais verde-escuros e alguns alimentos fortificados.¹,²

Para quem não consome leite ou derivados, um profissional de saúde ou nutricionista pode ajudar a identificar outras opções adequadas.

Qual é o papel da vitamina D?

A vitamina D ajuda o organismo a absorver o cálcio obtido pela alimentação.¹,² Ela pode ser obtida pela produção na pele após exposição solar e também por alguns alimentos, como determinados peixes e produtos fortificados.¹,²

As necessidades variam entre as pessoas. Por isso, a suplementação de vitamina D ou cálcio não deve ser iniciada por conta própria.¹

Alimentação sozinha previne ou trata a osteoporose?

Não. Uma alimentação adequada contribui para a saúde óssea, mas a osteoporose envolve diferentes fatores e pode exigir outras medidas orientadas por profissionais de saúde.²

Dúvidas frequentes

Quem não consome leite consegue obter cálcio?
Sim. Existem outras fontes alimentares de cálcio, como alguns peixes, tofu, vegetais e alimentos fortificados.¹

Todo mundo precisa tomar cálcio ou vitamina D?
Não. A necessidade de suplementação deve ser avaliada individualmente por um profissional de saúde.¹,²

Proteínas também são importantes para os ossos?
Uma alimentação adequada deve fornecer diferentes nutrientes, incluindo proteínas, para ajudar na manutenção da saúde geral e óssea.²

Referências bibliográficas

1. NATIONAL INSTITUTE OF ARTHRITIS AND MUSCULOSKELETAL AND SKIN DISEASES. Calcium and Vitamin D: Important for Bone Health. Bethesda, MD: NIAMS, 2023. Disponível em: https://www.niams.nih.gov/health-topics/calcium-and-vitamin-d-important-bone-health. Acesso em: 1 set. 2026.

2. NATIONAL INSTITUTE OF ARTHRITIS AND MUSCULOSKELETAL AND SKIN DISEASES. Osteoporosis: Diagnosis, Treatment, and Steps to Take. Bethesda, MD: NIAMS. Disponível em: https://www.niams.nih.gov/health-topics/osteoporosis/diagnosis-treatment-and-steps-to-take. Acesso em: 1 set. 2026.

Fratura por osteoporose: principais sinais, locais afetados e o que fazer

As fraturas por fragilidade são uma das principais consequências da osteoporose.¹ Elas podem acontecer após traumas de baixa intensidade, como uma queda da própria altura, que normalmente não provocaria uma fratura em um osso saudável.¹

Reconhecer esses episódios é importante porque uma fratura pode ser um sinal de fragilidade óssea e indicar a necessidade de avaliação da saúde dos ossos.¹

Quais regiões são mais afetadas?

As fraturas por fragilidade ocorrem com maior frequência na coluna, quadril, punho e parte superior do braço.¹

As fraturas de quadril e da coluna merecem atenção especial, pois podem ter maior impacto sobre mobilidade, independência e qualidade de vida.¹

Quais sinais podem indicar uma fratura na coluna?

Nem toda fratura vertebral é percebida imediatamente.¹ Em alguns casos, podem surgir sinais como dor nas costas, perda de altura ou alterações na postura.

Se esses sinais aparecerem, é importante procurar avaliação profissional.

Por que uma primeira fratura merece atenção?

Quem já sofreu uma fratura por fragilidade pode apresentar maior risco de novas fraturas.¹ Por isso, identificar a causa e avaliar a saúde óssea são passos importantes para prevenir novos episódios.

O que fazer após uma fratura causada por trauma leve?

Procure atendimento de saúde para avaliar a lesão e investigar possíveis fatores associados à fragilidade óssea.¹

Quando houver diagnóstico de osteoporose, seguir o acompanhamento e o tratamento indicados também faz parte da prevenção de novas fraturas.¹

Dúvidas frequentes

O que é uma fratura por fragilidade?
É uma fratura causada por um trauma de baixa intensidade, como uma queda da própria altura ou menor.¹

Toda fratura significa que a pessoa tem osteoporose?
Não. Fraturas podem ocorrer por diferentes causas. Porém, uma fratura após um trauma leve pode indicar fragilidade óssea e deve ser avaliada por um profissional.¹

Como reduzir o risco de novas fraturas?
A prevenção pode envolver avaliação dos fatores de risco, prevenção de quedas e, quando houver osteoporose, acompanhamento e tratamento adequados.¹

Referências bibliográficas

1. WORLD HEALTH ORGANIZATION. Fragility fractures. Geneva: WHO, 25 Sept. 2024. Disponível em: https://www.who.int/news-room/fact-sheets/detail/fragility-fractures. Acesso em: 1 set. 2026.

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